sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Diversidade, composição e abundância das espécies de Cyclopoida (Crustacea: Copepoda) no lago Tupé, Manaus - AM



Oliva-Segundo, Walter 



macrófita submersa Utricularia cf. foliosa 
         O lago Tupé é um lago de águas pretas que sofre influência anual da variação do nível da água. A inundação do lago propicia o aparecimento de novos habitats, chamados de região litorânea, que podem ser macrófitas aquáticas, serapilheira, troncos de árvores, dentre outros. Os Copepoda Cyclopoida são organismos que tem primariamente hábitos bentônicos e algumas espécies possuem hábitos planctônicos. Sendo assim o objetivo deste estudo é conhecer a composição, a riqueza e a abundância das espécies de Cyclopoida que habitam estes ambientes temporários (região litorânea) na época da inundação e comparar as espécies da região litorânea com as espécies que ocorrem na região planctônica. (Foto: Couto, Jorge. 2009)

Mestrando em Biologia de Água Doce e Pesca Interior
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-INPA
Laboratório de Plâncton

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nossa equipe


Elvis Vasquez
Doutorado
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9677445668661603







Laura Fróes
Doutoranda
Lattes: http://lattes.cnpq.br/8430519482613187




Bruna Carlos
Mestranda
Lattes: http://lattes.cnpq.br/4510509569804611








Walter Segundo

Mestrando   
Lattes: http://lattes.cnpq.br/610722337954794





Camila Couto
Mestranda
Lattes: http://lattes.cnpq.br/1340211568671591







 
Handrya Oliveira
Iniciação Científica
Lattes:








Raize Castro
Iniciação Científica
Lattes:









Maiby Glorize
Iniciação Científica
Lattes: http://lattes.cnpq.br/7404275401689357





Elizandra Azevêdo
Iniciação Científica
Lattes: http://lattes.cnpq.br/2203352517630324

                                 






Climéia Corrêa Soares
Pesquisadora (Sistemática de fitoplâncton)
Lattes: http://lattes.cnpq.br/8217676744812045











Bárbara Ann Robertson
Pesquisadora Dra. (Microcrustáceos) 
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9057160172756219






Edinaldo Nelson dos Santos Silva
Pesquisador Dr. (Microcrustáceos)
Lattes: http://lattes.cnpq.br/6755960589864361








   
Sophia Raid
Mestranda
Lattes:
Irislane de Oliveira
Mestranda
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/6504823669950553
Fabiane Almeida
Doutoranda
Lattes: http://lattes.cnpq.br/0641442699702048

terça-feira, 27 de novembro de 2012

BIOTUPÉ




Nossa equipe faz parte do PROJETO BIOTUPÉ, um grupo multidisciplinar e multinstitucional de pesquisa de longo prazo. Seu objetivo geral é “O estudo do meio físico, da diversidade biológica e sociocultural da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé”. O Projeto adotou o Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável como estratégia de atuação e intervenção na RDS.
Trabalhamos também baseados na premissa de que é impossível considerar a conservação da biodiversidade e sustentabilidade ecológica fora do contexto da sustentabilidade social. Isto não pode ser separado do esforço para resgatar a diversidade cultural das populações locais. O Biotupé iniciou suas atividades em dezembro de 2001 com o estudo do meio físico e da biodiversidade de grupos específicos da fauna e flora locais. Sua atuação ampliou-se, posteriormente, para estudos sócio-ambientais e a partir daí o contato e estudo das comunidades se intensificou. Foi realizado um diagnóstico sócio-econômico; avaliação do potencial para geração de renda de produtos da biodiversidade da área; uso de recursos; organização comunitária; capacitação comunitária e implantação de atividades geradoras de renda como: criação de peixes em tanque-rede, aproveitamento total do cupuaçu e produção de artesanato com matéria prima natural local. Divulgação dos resultados e atividades além da participação em eventos científicos, o Biotupé realiza um workshop anual, onde participam todos os membros do projeto, comunitários, instituições que atuam na área e público interessado. Em 2005 foi publicado o primeiro livro do Projeto: “Biotupé: meio físico, diversidade biológica e sociocultural do baixo rio Negro, Amazônia Central”. Coordenador Dr. Edinaldo Nelson dos Santos Silva (nelson@inpa.gov.br,projetobiotupe@gmail.com), INPA-CPBA- Lab. de Plâncton, Av. André Araújo, 2936 – 69060-001; http://biotupe.org/site/


Livros do Projeto:


BioTupé: meio físico, diversidade biológica e sociocultural (volume 1) organizado por Edinaldo Nelson dos Santos-Silva; Fabio Marques Aprile, Veridiana Vizoni Scudeller e Sérgio Melo - Manaus: Biologia Geral e Experimental, 2005.
246p.: il.; 22,5 cm. 
Baixar: http://biotupe.org/livro/vol1/


BioTupé: meio físico, diversidade biológica e sociocultural (volume 2) organizado por Edinaldo Nelson dos Santos-Silva; Veridiana Vizoni Scudeller - Manaus: UEA Edições, 2009.
206p.: il.; 22,5 cm. 
Baixar: http://biotupe.org/livro/vol2/

BioTupé: meio físico, diversidade biológica e sociocultural (volume 3) organizado por Edinaldo Nelson dos Santos-Silva; Veridiana Vizoni Scudeller & Mauro José Cavalcanti - Manaus: Rizoma Editorial, 2011. 556p.; il.; 14,8x21cm.
Baixar: http://biotupe.org/livro/vol3/



Áreas Estudadas

Foto: Marcos Attaíde, 2006.



LagoTupé



O lago Tupé é um lago de terra firme, dendrítico, localizado na margem esquerda do rio Negro na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS do Tupé), a oeste de Manaus (AM), distante 30 km, em linha reta, do centro da cidade. Ao lado, foto do lago no período da cheia. 


Lagoa do Japiim

Fonte: emtempo.com.br

A lagoa está localizada no Parque Lagoa do Japiim, zona sul de Manaus, na Av. General Rodrigo Otávio, s/n, Japiim. Antes da construção do parque a lagoa estava poluída e servia de depósito de esgoto das residências que ficam ao lado do parque, resultando na sua eutrofização. Ainda com um sistema de tratamento d'água e o desvio das tubulações de esgoto para unidades de tratamento da empresa Águas do Amazonas, a lagoa continua eutrofizada.








segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Comparação entre as comunidades ativa e dormente de Cladocera (CRUSTACEA: BRANCHIOPODA) no lago Tupé, Manaus-AM.



Couto, Camila de Araújo



Foram registradas 92 espécies de cladóceros (microcrustáceos) no lago Tupé (Tarumã-mirim, Manaus, AM), sendo que 67 destas não são encontradas nos períodos de seca. Entretanto a cada período de cheia, com o aparecimento de macrófitas (Utricularia cf. foliosa) estes organismos reaperecem, alguns até de forma abundante. A hipótese deste estudo é que as espécies associadas ao período de águas altas se restabelecem periodicamente no lago a partir da produção de ovos resistentes que podem ser depositados no sedimento do lago e que permanecem ali em estado latente ou de dormência (comunidade dormente). Uma análise criteriosa da distribuição espacial destes ovos no sedimento nos mostrariam então em quais locais do lago estes podem estar sendo depositados. Para isso foram realizados, em laboratório, experimentos de eclosão dos ovos retirados do sedimento, no intuito de identificar as espécies que eclodirão e fazer uma comparação com aquelas encontradas habitando o lago (comunidade ativa).


Mestranda em Biologia de Água Doce e Pesca Interior
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-INPA
Laboratório de Plâncton

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

APRESENTAÇÃO DE TESE SOBRE ROTIFERA

Hoje as 9:00 horas o então estudante de doutorado do Curso de Biologia de Água Doce e Pesca Interior do INPA-Manaus, Elvis Vásquez Rimachi, apresentou seu seminário público de doutorado. esta é a penúltima etapa para que o estudante receba seu título de doutor. A última etapa será incorporar as correções da banca examninadora que foi formada por 7 pesquisadores doutores de vários locais do Brasil e Exterior. Pelos parecereces recebidos o candidato teve sua tese aprovada.
O seminário tem o objetivo de apresentar ao público o trabalho do estudante. O título da tese é :
ESTRUTURA E DINÂMICA DE ROTÍFEROS (ROTIFERA) EM VÁRIOS MICROHABITATS DE UM LAGO DE ÁGUA PRETA (LAGO TUPÉ), NA AMAZÔNIA CENTRAL, BRASIL”
Neste estudo foram realizadas amostras para capturar o maior número possível da comunidade de rotíferos do lago Tupé e, assim, ter uma estimativa mais próxima da realidade sobre a diversidade desses organismos neste ambiente, que paradoxalmente, por ser de águas pretas, tem sido considerado como um ambiente "pobre". Foram encontradas 169 táxons, sendo 132 novos registros para o lago Tupé. Este é, portanto, o terceiro maior número de espécies desses organismos encontrado no Brasil, em estudos que tiveram metodologia semelhante, principalmente quanto aos hábitats amostrados.
Deve-se também levar em consideração, ao comparar este número com os obtidos em outros estudos prévios, o fato de que, tradicionalmente, as amostragens desses organismos vinham sendo feitas apenas na região limnética de lagos e reservatórios, ou seja, onde tem se verificado que existe menor diversidade desses organismos. A novidade reside no fato de serem amostrados, além da região limnética, vários outros hábitas como o fundo do lago, sedimento, macrófitas, serapilheira (restos vegetais) inundada e igapó.
Estes organismos são importantes no ambiente aquático das águas interiores porque eles servem de alimento para uma série de outros organismos, isto significa que ele é um importante elo de transferência de energia para outros níveis das cadeias tróficas existentes nesses ambientes. Além disso, entender a história e o comportamento dessas comunidades nos permite fazer inferências sobre a saúde dos ambientes aquáticos e sobre o efeito das várias ações que estes vem sofrendo ao longo dos anos com o avanço da indsutrialização, desmatamento e urbanização.
Elvis Vásquez é o segundo estudante de doutorado ligado ao Projeto Biotupé, com especialidade em biologia aquática, a se titular este ano. Além dele, o Dr. André Ricardo Ghidini, especialista em cladóceros (microcrustáceo aquático) defendeu sua tese este ano.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Curso sobre Microinvertebrados Aquáticos

Está sendo realizado desde o dia 17, pelo curso  pós-graduação em Biologia de Água Doce e Pesca Interior do INPA, o curso "Ecologia e Taxonomia de Microinvertebrados Aquáticos Continentais: Enfase em Cladocera e Copepoda". O curso tem uma parte de campo, lago Tupé, e outra parte teórico-prática nos laboratório de Plâncton do INPA.
A intenção é que este curso seja ministrado anualmente, ou pelo menos a cada dois anos.
Participam deste curso 10 estudantes e minstram a disciplina  Dr. Edinaldo Nelson com a colaboração do Dr. André Ghidini.